A geração de novos modelos de negócios e novas ofertas pode acelerar o processo de inovação


Há alguns anos se falava muito no termo globalização como sendo um processo que proporcionou a criação de conexões entre nações, tanto de forma política, quanto econômica e cultural. Pouco tempo se passou até chegarmos a um tipo de conexão muito mais próxima. Tudo isso em virtude das novas tecnologias e seus avanços cada vez mais rápidos, aproximando ainda mais as relações.


Essas relações mais próximas englobam desde a sociedade em geral até o mundo dos negócios. Desse modo, obrigam empresas a se adaptar e usar a inovação como forma de aproximação com seu cliente. Se há algumas décadas a oferta de produtos e serviços era feita para um público visto como uma massa sem características individuais, hoje as empresas devem enxergar cada cliente de forma única.


Para a Stefanini, uma empresa que atua na área de consultoria e assessoria em soluções digitais, trabalhar junto ao cliente na criação de soluções para os seus problemas define perfeitamente o que é inovação. Além disso, procura fazer investimentos frequentes no desenvolvimento de ecossistemas que permitem acelerar esse processo.


Segundo Wagner Kojo, que trabalha como head de inovação e digital business na Stefanini, o conceito de cocriação permite que eles vejam o consumidor como centro do negócio.

“No entendimento da Stefanini, inovação é cocriar com nossos clientes. É colocar o consumidor no centro do negócio e ajudar os clientes a entender a complexidade que envolve todo esse processo. Afinal, não existe uma obviedade sobre a inovação.”


A inovação, no mundo dos negócios, significa hoje um processo de reinvenção frequente. Além disso, é necessário estar atento às mudanças que ocorrem de forma cada vez mais rápida no cenário mundial. Essa mudança vai desde a forma de enxergar o seu negócio, nos processos desenvolvidos dentro dele até o produto oferecido ao consumidor.


Para isso, é preciso que a empresa seja flexível e esteja sempre pronta para as mudanças que o mercado exige que aconteçam. Além disso, o seu foco deve ser naquilo que é realmente importante para o seu cliente.

“A gente transpira e transforma de forma séria, não ficamos esperando o mundo mudar. Portanto, a gente ajuda a mudar o mundo, é um pouco da nossa característica, da nossa forma de atuação.” Diz Kojo.


Dessa forma, tanto os clientes como os stakeholders da Stefanini são envolvidos no processo de criação. Desse modo, eles proporcionam um maior engajamento e uma contribuição significativa no desenvolvimento do serviço ou produto.

“Aprendizado constante é o nosso foco mais importante. Nós temos uma característica bastante flexível de mudança, nós mudamos de opinião muito rapidamente. Portanto, nós somos abertos a esse paradigma de mercado, o que nos permite ser ágil e flexível o suficiente para focar naquilo que é importante para o consumidor ou usuário final.”


Portanto, implantar uma cultura de inovação na empresa é necessário para que o negócio não fique para trás, acabe perdendo o interesse do público e, consequentemente, feche suas portas. Muitas empresas entendem, a cada dia que passa a real necessidade de uma maior interação com seus clientes, a fim de atendê-los de forma mais significativa.


A cultura de inovação na empresa vai mantê-la competitiva no mercado, obtendo resultados mais positivos do que a concorrência, que permanece fazendo tudo sempre da mesma forma.


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Wagner Kojo foi o nosso entrevistado em um dos nossos últimos episódios do CorpUp Talks.

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